A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 03/11/2022

Embora o Artº 6, da Constituição Federal, goze que todos os indivíduos têm direito à educação primordial, percebe -se, na atual realidade brasileira, que não há o cumprimento dessa garantia, principalmente no que diz respeito à educação financeira. De maneira análoga, é evidente que o Brasil é afetado diretamente. Visto isso, é importante salientar acerca dessa questão com foco na falta de conhecimento e planejamento, o que afeta diretamente no acúmulo de dívidas.

Nesse quadrante, é preciso discorrer acerca da negligência de organização e conhecimento no estudo de finanças. Para tanto, é oportuno rememorar o pensamento do filósofo Platão, segundo o qual dizia que a pobreza não surge da diminuição de bens, mas da multiplicação dos desejos. À luz dessa lógica, o Brasil, vai de encontro a essa realidade na qual a população não consegue propor seu próprio orçamento; a qual gera dívidas e , por consequência, leva a uma instabilidade econômica.

Por conseguinte, o aumento de dívidas potencializa o contratempo. Para isso, a obra cinematográfica Os Delírios de Consumo de Becky Bloom aborda sobre uma jovem, Rebecca, que deseja imensamente trabalhar como jornalista em uma revista renomada; durante a trama a protagonista ao ver que seu trabalho havia tido sucesso se vê diante de um grande problema pessoal, a qual poderia arruinar sua carreira, ser uma compradora compulsiva. Desse modo, a obra oportuniza a reflexão sobre a sedução que a sociedade de consumo exerce sobre as pessoas, bem como a necessidade de comprar.

Portanto, percebe -se que a falta de educação financeira se faz presente hordionalmente no Brasil. Uma das maneiras para minimizar tal celeuma e o Ministério da Educação (MEC), que é responsável em organizar a grade curricular das escolas, aderir a “Educação Financeira no Brasil” como componente curricular em turmas de 8º anos a 3ª séries, de modo que em sua carga horária seria disponibilizado de uma a duas aulas voltadas para essa matérias. Assim, as escolas formariam jovens e adolescentes que saberiam manipular suas economias de maneira correta. Dessa forma, os alunos não se acumulariam de dívidas, mas poderiam suprir seus desejos, como disse Platão.