A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 13/02/2023
Na obra “Jobless Reincarnation”, contextualizada na idade média, o autor retrata brevemente consequências da falta de educação monetária. Nesse trecho, a personagem Ghislaine perde todo seu patrimônio e passa a viver nas ruas por conta de uma transação feita precocemente. De maneira análoga, no mundo atual, a falta de conhecimento sobre esse tópico leva a tangíveis consequências. Essa ignorância se dá pela estruturação contemporânea dos sistemas educacionais e pode ser responsável, assim como na obra fictícia, pelo infortúnio financeiro.
Primeiramente, a educação financeira não se trata necessariamente de uma ação governamental executada por meio de institutos especializados como a escola e a universidade. A respeito disso, Cortella, filósofo e escritor brasileiro, defende que educação e escolarização são muitas vezes confundidas entre si e devem ser diferenciadas. Nesse sentido, o ambiente familiar e o contexto inserido possuem comparáveis, se não superiores, relevância na formação intelectual dos indivíduos. Essa observação é vital para que não se criem expectativas irreais a respeito das instituições, podendo gerar reclamações incabíveis sobre essas.
Visto isso, com base nos dados da CNC, 8 em cada 10 famílias brasileiras estão endividadas. Esse dado ressalta as consequências que a ignorância monetária pode causar, à medida que uma alfabetização específica deficiente incita perspectivas errôneas sobre a manipulação do capital. Além disso, numa perspectiva nacional, a prosperidade econômica de um país pode ser ameaçada por escolhas individuais, uma vez que compras podem dificultar a natureza da circulação do câmbio. Tal empecilho pode ser intensificado pela troca de bens feita internacionalmente, que de maneira direta prejudica a economia da região.
Logo, vale analisar um leque de alternativas visando atenuar a problemática decorrida ao longo do texto. Em primeira análise, o Ministério da Educação deve, por meio de palestras com teor informativo, alertar os parentes sobre conceitos básicos sobre finanças. Tais palestras, de maneira sucinta e feitas virtualmente, abordariam tópicos importantes como os perigos do cartão de crédito, além da matemática como ferramenta para contabilidade. Com isso os destinos oníricos, porém muito reais, da introdução seriam evitados e a nação estabilizada.