A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 07/03/2024

Em “Até que a sorte nos separe”, filme brasileiro, é retratada a vida de “Tino”, que ganha na loteria e junto com sua família vive uma vida de ostentação, não administram o dinheiro e vão à falência obtendo muitas dúvidas. Fora da ficção, É nítido que esse cenário assemelhasse os tempos hodiernos, visto que que há escassez na educação financeira no Brasil. Tal fato é desencadeado tanto pela negligência familiar quanto pela insuficiência escolar.

Segundo Sócrates, notável filósofo grego, “os erros são provenientes da ignorância humana“. Semelhantemente, Isso estende-se contemporaneamente, uma vez que a maioria das famílias não colocam como uma das prioridades ensinar seus filhos sobre a importância do dinheiro logo na infância, fazendo com que, as crianças não entendam que é essencial ter boas escolhas, na hora de investir e compra algo que deseja, aumentando a possibilidade de se tornar consumistas. Dessa forma, cria-se um terreno fértil para a mazela se estabelecer.

Outrossim, destaca-se a insuficiência escolar, como fator impulsionador da problemática. Nesse sentido, consoante o filósofo e Immanuel Kant, “O ser humano é aquilo que educação faz dele“. Igualmente, essa citação ocorre nos tempos vigentes, já que muitas escolas brasileiras, por ter um ensino ultrapassado, não incluem a educação financeira em seu dia a dia, causando uma ignorância sobre o assunto naqueles que buscam o aprendizado básico para se desenvolver. Desse modo, abrem-se portas para o empecilho se expandir.

É imprescindível, portanto, que o Ministério dos Direitos Humanos, Ministério responsável por assegurar os direitos da população, conscientes as famílias a ensinar as crianças a respeitar o planejamento financeiro, por meio de palestras apresentadas por profissionais na área de finanças, a fim de acabar com a falta de conhecimento financial. Além disso, cabe ao Ministério da Educação, garantir que as escolas incluam uma disciplina direcionada a essa temática, através de reuniões, ressaltando a necessidade da inclusão da educação financeira, com o fito de certificar que no futuro sejam adultos com responsabilidades no manuseio do dinheiro. Sendo assim, casos como o de “Tino” não aconteçam na realidade atual.