A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 17/06/2024
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 prumulga que a educação é direito e dever de todos, com a colaboração da sociedade. Entretanto, no Brasil contemporâneo, ao contrário do decratado pela magna-carta, a educação financeira mostra-se desvalorizada, contribuindo assim para o endividamento dos cidadãos, principalmente dos jovens. Os principais causadores do problema em questão são a displicência escolar e a negligência familiar.
Inicialmente, deve-se destacar que o desinteresse da escola é fator primordial para a continuidade do imbróglio referido. Nesse viés, a obra “Crônicas da Educação”, da escritora modernista Cecília Meirelles, afirma que a educação é fundamental para a construção da consciência crítica do indivíduo em meio a sociedade. Todavia, a escola brasileira mostra-se displicente quanto à ignorância monetária dos estudantes, como pode ser observado pela falta de medidas viáveis de consolidação da instrução dos indivíduos acerca das relações financeiras em sociedade, como programas e camapanhas educativos desenvolvidos em sala de aula. Ademais, a falta de meios de interação na escola para a instrução dos indivíduos como a respeito de práticas consumistas é outro imbróglio agravante do fator mencionado.
Outrossim, vale ressaltar que o desinteresse de grande parte das famílias brasileiras em intervir no processo de educação financeira do cidadão também é fator agravante do processo citado. Nesse contexto, historicamente, a família sempre foi responsável pela criação do indivíduo e pela construção de grande parte dos valores desses. Sob essa óptica a família brasileira gtem apresentado uma percepção conservadora a respeito do processo de educação financeira do jovem, visto por muitos como algo que prejudicaria a inocência da criança, contribuindo para futuros malefícios.
Portanto, é imprecindível que o Ministério da Educação promova a educação financeira por meio de atividades desenvolvidas em sala de aula, estas que visariam a inclusão do conheciemento estudado em sala de aula com atividades práticas do cotidiano, buscando sempre a racionalização do usio monetário, objetivando assim uma melhora na vida financeira dos cidadãos.