A importância da educação prisional no Brasil

Enviada em 07/11/2025

Segundo Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, “a educação é a arma mais poderosa para salvar o mundo”, no entanto o Brasil não tem usando sua melhor arma para combater a crimininalidade, já que o índice de reincidência de crime que é de 39% de acordo com o DEPEN - Departamento Penitenciário Nacional. Dessa forma, o dano que isso causa a nação Brasileira é um ciclo de violência que tende a se repetir, essa problemática é fomentada principalmente pela falta de educação dos reeducandos nas prisões e o preconceito da sociedade.

Em um primeiro momento, é preciso relembrar que o direito à educação é garantido no artigo 205 da constituição, porém falta políticas públicas eficazes que o torne de fato consolidado. Nesse raciocínio, segundo a BBC News Brasil apenas 18% dos presos têm acesso à educação isso impacta pois de acordo com o G1 o desemprego é maior entre aqueles sem ensino médio e superior completo. Logo, se faz necessário que o Governo do Brasil invista em políticas públicas que garantam o direito já presente na constituição ao privados de liberdade para terem chance no mercado de trabalho ao cumprirem sua pena e não retornem ao crime.

Ademais, é fundamental lembrar que o sistema prisional tem caráter ressocializador papel o qual não se limita apenas a prisão mas também pois fora dela os presos acabam sendo estigmatizados como potencial criminosos. Desse modo, os privados de liberdade acabam não conseguindo vagas no mercado de trabalho pois foi construído uma cultura de desumanização sobre essa parcela da população, alimentando um ciclo de marginalização. Logo, é preciso que o governo vise combater tal estigma social por meio de espaços de diálogos entre detentos e o restante da sociedade.

Portanto, far-se-á necessário que o Governo, órgão responsável pelas políticas públicas, Junto como o Ministério da Educação, responsável pela políticas públicas educacionais, promovam políticas educacionais onde os reeducandos sejam capacitados por meio de cursos básicos até profissionalizantes com o fito de inseri-los no mercado de trabalho. Assim, utilizando da sua melhor arma para acabar com o ciclo de reincidência criminal no Brasil.