A importância da educação prisional no Brasil
Enviada em 29/04/2022
No Brasil, o debate a respeito da educação prisional refere-se a uma oportunidade de crescer no Âmbito trabalhista e assim não reincidir na reclusão social, que além de gerar gastos podem se não assistidas, inflamar ainda mais déficits já existentes nos presídios e na sociedade. Nesse cenário, faz-se profícuo medidas interventivas para o imbróglio social.
Em primeira análise, vale salientar, o que uma vez citado pelo filósofo Rosseau, onde " O homem nasce bom e a sociedade o corrompe".Logo, não obstante tornar o sistema prisional inerte e ausente de educação apenas dá espaço para a oganição criminosa atuar, popularmente conhecida como “escola do crime”.Essa conjuntura, de acordo com o filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como violação do “contrato social”, pois o governo acaba por não cumprir sua função de prestar educação e tão pouco de segurança social.
Por conseguinte, é inegável a inoperância do Estado como empecilho ao processo de garantia da cidadania.Nessa perspectiva, em virtude da carência de investimentos em ações governamentais voltadas à educação brasileira presidiária, sendo assim, deixada paralela ao descaso.Assim, fica exposto o que uma vez dito pelo jornalista Gilberto Dimenstein no livro “Cidadão de papel” onde as leis constituem-se presentes tão somente no papel,
Conclui-se, portanto, que medidas concretas são imprescindíveis para estabelecer prioridade na educação prisional.Destarte, urge que o Governo Federal, pela ação do Poder executivo, forneça projetos de cursos técnicos e de conclusão do ensino básico durante o período de penitência do indivíduo, isso, mediante o direcionamento de verbas para o setor.Dessa forma, será possível caminharmos paulatinamente para consolidação da educação presidiária como direito civil.