A importância da educação prisional no Brasil

Enviada em 02/05/2022

No filme “Paulo, Apóstulo de Cristo” conta a história de Paulo, um dos apóstulos de Jesus e escritor de vários capítulos da bíblia. Ao decorrer do filme é mostrado os últimos dias de sua vida, preso em uma cela em Roma esperando sua sentença e escrevendo cartas para serem lidas fora da prisão, como a famosa carta “Atos dos Apóstulos”. De forma análoga ao filme, pode-se ver a importância da educação prisional no Brasil, pois muitos detentos não tem escolaridade e com o ensino dentro das prisões o acesso a comunicação fora do presídio é facilitado, podendo assim como Paulo mandar cartase se comunicar com suas famílias e quando saírem poderem procurar trabalhos.

Nesse sentido, se pode observar que grande parte dos presidiários nem ao menos concluíram o ensino fundamental, mais específicamente 70% dos detentos não terminaram, como aponta a pesquisa feita pelo Conselho Nacional de Justiça. Ao analisar a circuntância, é visto que a situação é de fato alarmante, onde muitos nem ao menos falam com suas famílias e muitos outros ao serem libertos, isto é se forem soltos, nem ao menos terão oportunidade de trabalhar, seja por seus antecedentes criminais, seja por baixa escolaridade.

Vale pontuar que, hoje em dia apenas 13% dos presos tem acesso a educação nos presídios, ou seja, grande partes dos pesidiários diariamente não tem acesso a algum tipo de conhecimento, mesmo segundo o Conselho Econômico e Social da ONU. Infelizmente, grande parte dos presos assim que saem da prisão acabam voltando a cometer crimes, parte disso se deve a falta da escolaridade que não lhes foi dada, pois não acharam outro meio para poder trabalhar sendo que pela falta da escolaridade também não são aceitos.

Levando-se em conta o que dito, é ncessário que sejam feitas medidas para que a educação chegue a mais presos no Brasil. Assim, o Ministério da Educação junto com o Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) procurem traçar um Plano Nacional Educacional Carcerário, onde procura apresentar aos detentos os estudos e a esclaridade, garantindo empregos caso saiam dos presídios e os alfabetizando, podendo assim como Paulo se comunicar com as pessoas fora da cela através de cartas e como muitos, trabalhar de forma honesta.