A importância da educação prisional no Brasil
Enviada em 06/05/2022
Segundo a lei newtoniana, um corpo tende a permanecer em seu estado de repouso até que uma força atue sobre ele. Nesse sentido, a aplicação de força suficiente contra a problemática da educação prisional como principal foco o desemvolvimento pessoal e social do indivíduo, no Brasil, é fundamental e é um caminho para combatê-lo. Assim, é preciso destacar a privatização de educação no sistema carcerário e não valorização de talentos obstruidos pelos indícios do crime que impulsionam a pesistência ao problema.
Em primeira análise, evidencia-se a oportunidade de resocialização através da educação como forma de saída da exclusão ao acesso aos estudos. Sob essa ótica, em uma pesquisa feita pela Secretária do Estado de Administração Penitenciário (SEAP), a taxa de aumento do número de alfabetização de 2018 à 2020 foi de apenas 0,40%. Dessa forma mostra-se fortemente a não preucupação do Estado com tal situação.
Além disso, é notório uma grande desmerecimento das oportunidades que o preso pode ter, sendo limitado pelo Governo para árduas tarefas do sistema, portanto criando assim uma exclusão da difusão de novas oportunidades que buscam a valorização cultural e educacional do detento. Desse modo, segundo a afirmação de Nelson Mandela “A educação é a arma mais poderosa que pode-se usar para mudar o mundo”. Cosoante a isso, o desamparo na formação do preso, possui de forma indireta ligação ao não desemvolvimento do país.
Deprende-se portanto, adoção de medidas que venham ampliar a taxa educacional no sistema prisional. Dessa maneira cabe ao Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública fazer a inclusão do presidiário, por meio de leis e programas a fim de garatir os direitos de atividades escolares é de projetos que busquem a inclusão do indivíduo que não teve acesso a educacão fora das grades. Somente assim, diminuindo a desvalorização do cidadão preso, trazendo melhores oportunidades ao preso.