A importância da educação prisional no Brasil

Enviada em 25/07/2022

Segundo Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”. Neste sentido vale mencionar a importância da educação no sistema prisional brasileiro, visto que a educação permite que o detentos possam enxergar o mundo diferente daquele imposto pelos seu meios - a vida ao redor - pois através da educação diversas oportunidades são geradas e também o estudo habilita os indíviduos a formarem valores próprios, levando-os a pensarem por si próprio.

Primeiramente, compreende-se que a educação tem a capacidade de abrir portas, contudo sua falta também tem a capacidade de fechá-las. Muitos detentos acabam cometendo crimes devido a dificuldade de ingressar no mercado de trabalho, já que seus respectivos graus de escolaridade não os qualificam para. Visto isso vale mencionar que Immanuel Kant afirmou que, “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”, portanto é de extrema importância que os presos tenham acesso a cursos profissionalizantes e a materiais de estudo, no intuito de que quando cumprirem suas respectivas penas, serem capaz de trilhar um caminho diferente daquele que até então era visto como único.

Ademais, no livro “Mais Esperto que o Diabo”, o autor Napoleão Hill ressalta que para fugir das influências, o homem há de exercer o pensamento por si próprio, isto é, baseado nos próprios valores e crenças. Logo para que os presos consigam botar em prática a ideia, é imprescindível que os detentos sejam motivados a estudarem, para que assim desenvolvam seus respectivos valores e opiniões, resultando em um pensamento mais crítico a respeito dos assuntos que rodeiam seus cotidianos.

Em síntese, entende-se o quão valiosa é a educação para o desenvolvimentos dos detentos, portanto cabe ao DEPEN - orgão público responsável pelo sistema carcerário - a criação de um projeto voltado ao desenvolvimento educacional dos presos, onde será disponibizado o acesso à cursos profissionalizantes e materias de estudo, seja livro ou apostilas, utilizando-se de verbas públicas repassadas pelo governo federal. Como resultado, os presos terão a oportunidade e escolha de viverem uma vida diferente daquela que os levou a sua privação de liberdade.