A importância da educação prisional no Brasil

Enviada em 28/08/2022

Lançado em 2003, o filme Carandiru conta a história de um médico que se ofereceu para realizar um trabalho de prevenção a AIDS em uma prisão, lá ele descobre que os prisioneiros não são figuras demoníacas, existindo na prisão solidariedade e uma grande vontade de viver. De maneira análoga a isso, se discute a questão da educação prisional no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: o forte preconceito sociocultural e o parco investimento.

Em primeiro lugar, evidencia-se o preconceito da sociedade como um forte problema. Sob essa ótica, a educação prisional tenta incluir quem a sociedade exclui, estima-se que dos 700 mil presos mais de 90% não concluíram o ensino médio e grande parte também não concluíram o ensino fundamental, são pessoas carentes de educação e néscias de ajuda nessa área. Dessa forma observa-se um grande número de pessoas presas que precisam de educação, isso possibilitará novas descobertas de novos horizontes.

Outrossim, é notório o fato de que são os poucos os investimentos no problema em questão. Desse modo, pode-se concluir que há uma certa dificuldade enfrentada, pois não há a presença de profissionais que atuem com consistência em prisões, não há bons matérias de apoio para o aprendizado e muito menos motivação aos encarcerados para a busca de uma vida melhor. Consoante a isso, nota-se a necessidade de melhores investimentos.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a educação prisional. Dessa maneira, cabe ao Governo Federal junto ao Ministério da Educação, investirem em projetos de reeducação nas prisões, doarem bons materiais e contratarem bons profissionais para atuação do ensino, por meio políticas públicas que atendam essa expectativa, a fim de que essas pessoas possam reorganizar suas vidas através da educação. Somente assim, daremos um salto rumo ao progresso do país e descobriremos pessoas incríveis além dos seus estereótipos sombrios como no filme.