A importância da educação prisional no Brasil
Enviada em 07/09/2022
Aldous Huxley defende: “Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. Tal pespectiva é verificado na educação prisional no Brasil, que tem sido cada vez mais banalizada, aumentando o número de presos sem acesso à educação. Nes-se contexto, percebe-se a configuração de um complexo problema, que se enraíza na exclusão social e na negligência governamental.
Nesse cenário, em primeiro plano, a exclusão social ainda é um grande impasse para a resolução do problema. Chimamanda Adichie alerta que estereotipos limitam o pensamento humano. Tais esteriótipos crescem no desabono que a sociedade tem com os presidiarios que gera o analfabetismo desse grupo, visto que, o corpo social cultiva essa imagem preconcebida de que os detentos devem ser totalmente privados do mundo externo para que haja de fato um aprendiza-gem acerca do crime cometido. Assim, observa-se a urgência de propocionar oportunidades de educação para essa gente.
Além disso, é preciso atentar para a baixa atuação dos setores govertamentais presente na questão. A “isonomia” é a garantia de oportunidades iguais, mesmo em condições diferentes. No entanto, a realidade é pouco isonômica no que se refere ao ensino prisional, visto que, grande parte da população carcerária não tem acesso à educação ou à educação de qualidade, gerando dificuldade para essses individuos se reintegrar na sociedade e dente a viver de trabalho informal, em muitos casos voltar ao crime.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar o problema. Para isso, o governo federal deve criar uma agenda econômica mais democratica, por meio da destinação de recursos para a educação dos presidiarios, a fim de reverter a desigualdade social que se instala na banalização da importãncia da educação prisional. Tal ação pode, ainda, conter uma divulgação na midia para que a população tome conhecimente. Desse modo, os os fatos não serão ignorados e poderão deixar de existir.
,