A importância da educação prisional no Brasil
Enviada em 04/09/2022
Segundo o Ministério da Educação (MEC), 60% dos presos não terminaram o ensino fundamental. De maneira análoga a isso, a importância da educação prisional no Brasil é uma questão pouco debatida, se tornando uma problemática no Brasil. Nesse prisma, evidencia-se dois aspectos importantes: a banalização do governo e o descaso midiático.
Em primeiro lugar, nota-se a banalização do governo. Sob essa ótica, segundo Rousseau, na obra ´´Contrato Social´´, cabe ao Estado viabilizar ações que garantam o bem-estar coletivo. Essa afirmação acaba sendo equivocada, visto que o governo deveria dar mais atenção a esse cenário, logo que seria o ideal para reeducação e reinserção social. De acordo com o site UOL, menos de 13% da população carcerária tem acesso à educação. Portanto, observa-se que o estado não cumpre seu papel e a problemática é tratada com banalização.
Além disso, é notório o descaso midiático. Desse modo, é necessário que a mídia ande junto com os órgãos educacionais, investindo em ideias que possam evidenciar a importância da educação prisional. Por isso, entrevistas e propagandas midiáticas seria o ideal para ressaltar a importância do problema, levando em conta que os carcerários fazem parte da sociedade e a educação prisional ajudaria a recuperação dos detentos. Sendo assim, segundo Sir Arthur, a educação nunca será despesa, mas sim um investimento garantido. Logo, é necessário que a mídia dê mais voz a esse panorama.
Depreende-se, portanto, medidas que venham ressaltar a importância da educação prisional no Brasil. Logo, cabe ao governo, como instância máxima na administração executiva, elaborar um plano educacional, por meio do Ministério da Educação, a fim de levar educação aos detentos. Ação iniciada no presente, é capaz de mudar o futuro da sociedade brasileira.