A importância da educação prisional no Brasil
Enviada em 07/09/2022
De acordo o filósofo Immanuel Kant, “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”, em analogia a este famoso pensamento está a educação prisional, questão que deixa a desejar, uma vez que o direito à educação não é de fato cumprido dentro dos presídios. Diante disso, é possível destacar dois pontos relevantes: a ineficácia de leis já existentes e a omissão midiática.
Vale destacar, como fator primordial que impossibilita os detentos a um melhor aproveitamento do seu tempo recluso da sociedade, o não cumprimeito de leis que asseguram a educação nestes ambientes, como prevê a Lei de Execução Penal, desse modo, os carcerários vivem em situação onde saem do presídio piores do que entraram, o que poderia ser resolvido, ou ao menos amenizado com o desempenho dessas leis.
Ademais, é notório que a mídia não dá tanta atenção a este problema social brasileiro, já que é muito difícil ouvir falar acerca do sistema carcerário, o que para muitos é um local onde as pessoas devem ser tratadas inferiormente aos cidadãos que estão livres. De acordo um estudo feito pelo Centro de Referência em Educação Integral, apenas 30% dos encarcerados têm o ensino fundamental completo, número este que poderia ser aumentado se houvesse uma melhor educação prisional no país, problemática que se conteria se tivesse uma maior comoção midiática e consequentemente social.
Depreende-se, portanto, que faz se necessário a adoção de medidas que venham a modificar este cenário brasileiro, sendo papel do Estado juntamente com as mídias, âmbitos que tem grande influência para com a população, criar campanhas para que haja êxito nessas leis, a fim de melhorar o convívio e a qualidade de vida de toda a sociedade, já que a educação é algo que muda as pessoas, como diz o educador e filósofo Paulo Freire.