A importância da educação prisional no Brasil

Enviada em 13/09/2022

O filósofo Raimundo de Teixeira Mendes, em 1889, adaptou o lema “ordem e progresso” não só para a bandeira Nacional, mas também para a nação que, atualmente, enfrenta ínumeros empecilhos para o seu desenvolvimento. De maneira análoga a isso, a educação prisional no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de incentivo a educação e a naturalização de privação de direitos.

Em primeira análise, evidencia-se a falta de incentivo a educação. Sob essa ótica, segundo a ONU(Organização das Nações Unidas), 1 a cada 10 detentos participa das atividades educacionais oferecidas nas prisões. Dessa forma, a condição de estímulos á educação insiste nos crimes cometidos pelos presos e não há opções para eles a não ser o crime, ou seja, a garantia de uma melhora na educação é baixa.

Além disso, é notório a naturalização de privação de direitos. Desse modo, mesmo com a sociedade tendo conhecimento dessa agressão com os direitos humanos, seja eles expressos verbalmente ou fisicamente e também nas condições das prisões, a maioria das vezes não olham para a vulnerabilidade dessas pessoas e não ajudam buscando formas de lutar por esses direitos e dignidade, deixando assim, essas pessoas ainda mais excluídas e invisíveis. Depreende-se por tanto, a adoção de medidas que venham conter a educação prisional no Brasil. Dessa maneira, cabe ao governo, tomar medidas cábiveis para o cumprimento dos direitos humanos, oferecendo melhores condições a educação, a fim de que abra oportunidades e novos caminhos para uma socialização melhor. Somente assim, o Brasil conseguirá alcançar ordem e progresso.