A importância da educação prisional no Brasil

Enviada em 10/09/2022

A Constituição brasileira de 1984, promulga aos indivíduos carcerários a condição de integração social do condenado e do internado, assegurando todos os direitos como cidadão. No entanto, essa lei vai em contramão ao que está inserido na sociedade. Como pode observar, a população carcerária sofre intensa segregação na sociedade vigente, incluindo ao aumento da hostilidade como reação dos carcerários. Isto acontece em consequência ha desvalorização sobre a importância da pedagogia prisional no Brasil. Nesse sentido, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

Ademais, é necessário analisar o distanciamento da população penitenciaria diante ao corpo social, mostrando um apagamento aos direitos dos presidiários. Análogo a isto, Hanna Arendt, fala em seu livro sobre a educação e a política, sobre a estrutura totalitária, de questionando em como os regimes totalitários chegaram a tal ponto de aniquilar os direitos civis como se não representassem nada. E isto vem em consoante ao sistema de práticas prisional, consequentes que acontece no Brasil. Visto que a população carceraria não possuem benefícios aos estudos, acarretando diversas problemáticas como o aumento da violência por não compreender a si mesmo e ao o outro, já que a educação é imprescindível para o individuou se encontrar como pessoa e como Arendt mesmo fala, a liberdade da educação ajuda o individuo a desabrochar sua própria essência e o totalismo faz com que haja esse apagamento e segregam está população penitenciaria.

Portanto, é preciso que o Ministério da Educação (MEC) promulgue a inscrição de professores para os institutos prisionais. De forma que, os educadores possam ensinar os presidiários, garantindo com que essa população receba formação educacional de qualidade, para que estes indivíduos possam sair desse ambiente instruídos e consigam se encaixar na sociedade novamente, conseguindo desabrochar seu verdadeiro eu. Assim, haverá uma diminuição no segregamento da população e na contração da violência, dessa forma, a Constituição brasileira estará saindo do papel e virando realidade.