A importância da educação prisional no Brasil

Enviada em 18/09/2022

As políticas educacionais adotadas por Getúlio Vargas, a partir de 1930, embora foram de grande importância para o avanço da emancipação do ensino, como a criação de várias escolas e academias para formar professores, bem como a fundação do Ministério da Educação, ainda apresentam inúmeros obstáculos para o acesso de muitos brasileiros. De maneira análoga a isso, é importante a educação prisional no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: as oportunidades e descobrir seus dons.

Em primeira análise, evidencia-se as oportunidades que os detentos têm de conseguir estudar dentro da prisão, pois sabemos que muitos que vivem dentro das celas não concluirão o ensino fundamental. Sob essa ótica, dos mais de 725 mil presos em todo o país, 70% não concluirão o ensino fundamental, mais de 91% não terminaram o ensino médio, 7% são analfabetos e menos de 1% ingressou ou tem diploma do ensino superior. Dessa forma, a quantidade de pessoas não alfabetizadas é grande, então tendo aula para os presos eles conseguem aprender algo de bom lá dentro, assim como vivendo nas ruas eles não conseguiram ter essa oportunidade de saber ler e escrever.

Além disso, é notório que muitos prisioneiros descobrem dons que nem eles sabiam que existia. Desse modo, o Padre Antônio Vieira afirmou: “A boa educação é como moeda de ouro. Em toda parte, tem valor.” Consoante a isso, não é por que as pessoas estão pagando por seus crimes, que as artes que os detidos fazem não tem significado, muitos deles são excelentes pintores, escultores e com isso se distraem lá dentro da cadeia, isso insentiva expressar seus sentimentos atráves de seus talentose criem esperanças de um amanhã melhor.

Deoreende-se, portanto, a adoção de medidas que venhama aumentara educação prisional no Brasil. Dessa maneira cabe a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), fazer mais professores que não tenham medo dos presos ir dar aula, por meio que tenha uma sala qualificada e segura, a fim de que os não alfabetizados aprendam aquilo que não tiveram chance quando estavam sem condições de saber. Assim, como na epóca de Vargas, esse fato vai ser menos um obstáculo na educação.