A importância da educação prisional no Brasil
Enviada em 24/10/2022
A prisão surgiu como uma legislação para definir o poder de punir como uma função geral da sociedade, exercida da forma igual sobre todos os seus membros, fundamentando-se na privação da liberdade. O aumento vertiginoso da população carcerária geralmente vêm combinado de um educacional baixo em relação às pessoas que acabam adentrando no sistema, sugerindo que a educação possa ser uma boa forma de reduzir o índice de presos.
Tendo iniciado em 1950, a educação prisional surgiu como uma tentativa de reinclusão dos presos no tecido social, até então as prisões não tentavam requalificar os presos, mas a proposta surgiu após o método de detenção antigo ter sido constatado como ineficiente. A grande maioria dos detentos não tiveram melhores oportunidades de estudo durante a vida, sendo assim, o tempo atrás das grades deve assegurar de trazer as oportunidades perdidas de volta com estudo e práticas profissionalizantes. Reconhecendo essa possibilidade, a LEP (Lei de execução penal) determina que os detentos recebam oportunidades de estudo, garantindo-lhes, em especial, educação escolar primária. Além de também receberem tratamento vocacional e profissional.
A educação é preciosa por ser a ferramenta mais eficiente para desenvolvimento pessoal. Assume o status de direito humano, pois é parte da dignidade humana e contribui para ampliá-la com conhecimento, saber e discernimento. Existiram casos em que detentos demonstraram incríveis dotes artísticos criando obras de arte, ou até mesmo dotes matemáticos ou filósoficos, todos esses dons devem ser incentivados e praticados afim de desenvolver as habilidades do preso, abrindo um leque de oportunidades de emprego e até mesmo uma possível entrada em uma universidade.
Mediante a isso, podemos concluir que a educação dentro da prisão e fundamental, pois graças a ela podemos reincluir um detento no tecido social e desnvoler habilidades únicas, criando cidadãos capacitados para o trabalho dentro do nosso país.