A importância da educação prisional no Brasil

Enviada em 24/10/2022

Como se sabe, a sociedade brasileira, embora seja um exemplo em inúmeros setores sociais, ainda é precária no que tange ao sistema prisional. Sob esse prisma, a delusão e a ineficiência participativa tornaram-se fatores alarmantes, potencializados não só pela organização, como também pela educação.

Primeiramente, vale ressaltar que parcela das ações dos jovens são como impulsionadora do impasse, já que a maioria são influenciados à não terem civilidade. De acordo com Karl Marx, pensador alemão os indivíduos devem, ser analisados conforme o contexto de suas situações sociais, visto que produzem suas existência em grupo a partir da alienação. Nessa ótica entende-se que a padronização de questões, como a violência no ambiente carcerário, tornou-se um fato perigoso para a sociedade, em virtude dessa incapacidade de promover a naturalidade do entrave dessas agressões físicas e verbais.

Ademais, vê-se que a indisciplina também é uma ocorrência atual, dado que menos de 13% da população carcerária tem acesso à educação, gerando conflitos preocupantes no dia a dia, de acordo com o site Direito Net. Segundo a teoria da tábua rasa de John Locke: o ser humano é uma folha de papel em branco, que seria marcado por meio das experiências e, a partir daí, surgiria o entendimento. Com base nisso ao inserir o indivíduo em um lugar de negligência e não combate a problemática, tende a ser influenciável ao meio hostil.

Portanto, para que a falta de boa conduta seja mitigado, é dever do Departamento Penitenciário Nacional, aplicar leis juntamente do Poder Judiciário, isso será realizado através de estratégias de aulas e palestras no âmbito social do detento, com o intuito de incentivar a empatia e ao amor ao próximo, mostrando o lado bom de ter boas maneiras. Dessa forma, o avanço e a prosperidade do país serão observado.