A importância da educação prisional no Brasil
Enviada em 24/10/2022
Pessoas que entram no sistema carcerário geralmente possuem o nível educacional médio ou baixo, coisa que reduz muito suas oportunidades no mercado de trabalho. Para uma boa integração dos presos em seu retorno à sociedade é necessário uma boa educação no sistema prisional.
A população carcerário no Bradil atingiu em 2019 a marca de 773.151 pessoas o que foi, 540.396 a mais do que no anos anos 2000. Desses presos, constata-se que menos de 13% tem acesso à educação, 8% são analfabetos, 70% não chegaram sequer a concluir o ensino fundamental e o mesmo acontece com 91% que não terminaram o ensino médio.
Segundo a Constituição Federal, a educação é um direito social. No entanto, esse direito perde reconhecimento quando se trata da população prisional. No Brasil, em diversas instituições penais são precários os serviços de educação e ligado a regimes disciplinares e legais isso inviabiliza o engajamento de presos em projetos educacionais.
Além de tudo, para uma boa reintegração dos detentos à realidade, é de extremo valor e importância que os regimes a que foram condenados incluam essa educação, recuperando o que eles perderam nos anos não completados em escolas e até mesmo reduzir o índice de crimes para presos que podem conseguir boas oportunidades no mercado de trabalho.
Em suma, vemos que a educação é um direito de todos, e em todos inclue também os detentos. Para realizar esse direito até mesmo nas prisões, são necessárias implementações de políticas públicas por parte do ministério da educação, que visam uma boa incorporação dos detentos à sociedade e volta ao domínio do trabalhador e até mesmo diminuir o índice de criminalidade, uma vez que muitos dos presos roubam por necessidade. Por esse motivo também, o ministério da cidadania devia ajudar esses criminosos que tem necessidade e não veem outro caminho que não seja o delito.