A importância da educação prisional no Brasil
Enviada em 24/10/2022
A Constituição Federal de 1988 garante a todo cidadão o direito de estudar. Contudo, nota-se que o Brasil enfrenta problemas na garantia à educação da população carcerária. Nesse prisma, destaca-se a carência de um ensino próprio àqueles que residem em presídios, fato motivado pela marginalização de presos, bem como a insciência do Governo acerca do papel crucial que a educação performa na vida desses.
Em primeira análise, destaca-se a marginalização de presos. Esse fator hodierno é visto através do silêncio de governantes e de parte da população brasileira, que se mostram indiferentes quanto a essa questão. Faz-se mister, portanto, garantir uma plena reintegração social dos reclusos, através da implementação de cursos profissionalizantes em presídios.
Além disso, atualmente, a educação representa para o preso o seu recomeço, isto é, a sua reintegração na sociedade. Entretanto, segundo dados da Infopen, menos de 13% dos encarcerados brasileiros têm acesso à educação. Sob esse viés, conclui-se que há certa insipiência do Estado acerca do papel fundamental da educação na vida desses. Logo, faz-se necessário permitir com que todos os detentos, sem exceção, tenham a oportunidade de estudar.
Diante do exposto, compreende-se que é papel do Governo garantir a reintegração dos penitenciários na sociedade, através da implementação de aulas e cursos profissionalizantes em presídios. Dessa forma, o princípio proposto pela Constituição será realidade no Brasil.