A importância da educação prisional no Brasil
Enviada em 31/10/2022
De acordo com a Constituição Federal promulgada em 1988, é direito de todos os cidadãos ter acesso á educação básica, como forma de integrá-los na sociedade e reduzir índices de violência urbana. Esse problema social baseia - se em um conjunto de fatores históricos - culturais que acometem uma nação e tem inúmeras divergências de alas sociais e políticas, principalmente alinhado por grupos ideológicos de direita e de esquerda.
Segundo Paulo Freire (“a educação sozinha não transforma a sociedade, mas sem ela tampouco a sociedade muda”), ideia de readaptação através da educação é v favorável, além de estarem incentivando a liberdade, ela também prepara o detendo para retomar seu curso normal de vida, com um ofício ou qualificação nova, reduzindo a reincidência no crime.
No Brasil, por exemplo, é sabido que boa parte dos detentos ao receberem liberdade acabando se voltando ao crime. Além dessa problemática, muitos outros presidiários, ao cumprirem suas penas, têm enormes dificuldades em adentrar ao mercado de trabalho.
Dado que considerável é quebra dos paradigmas da sociedade sobre o detento, e que é possível ressocializar quem infringe a lei, ficando a cargo de recursos de mídias, congressos e palestras debaterem sobre o assunto transformando a cultura. Outro ponto é imprescindível que os governos atuem em conjunto às Organizações Não Governamentais, ampliando o acesso à educação para que os mesmos contem com o apoio das famílias, sendo então necessário uma maior destinação de verbas públicas ao ensino básico e a contratação de profissionais capacitados, como psicólogos, professores e assistentes sociais, para que seja reduzida a marginalização dos detentos e garanta o apoio de todas as camadas da sociedade.
É valido lembrar que o aprendizado e o trabalho dignificam o homem, e essa reeducação qualificada pode ser uma alternativa para restrição de crimes no país, é dar ensejo á aquele que foi negado.