A importância da educação prisional no Brasil

Enviada em 14/04/2023

No século XI, foi fundada a primeira escola no Brasil, em Salvador, por um grupo jesuítas. Ensinvam-se a ler, escrever, matemática e a droutina católica. Hordialmente, mesmo com o direito do indivíduo detento de estudar, as taxas de presidiários analfabetizados são alarmantes. Os principais causadores dessa problemática são a falta de incentivo nas instituições presidiárias em relação a educação e a excassez de salas de leituras e aulas para a alfabetização.

Vale analisar, como fator primordial, a carência de incentivo dos estudos de indivíduos presos. Para Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Sob esse viés, a educação tem o poder sobre os dententos de ressocialização e uma pespectiva de vida diferente do mundo do crime. Desse modo, é fundamental implantar o incentivo da educação em penitenciárias.

Cabe avaliar, também, a necessidade de mais salas de leitura e programas de alfabetização nas instituições presidiárias. Segundo Heráclito, ‘’nada é permanente exceto a mudança.’’ Reforçando a ideia da mudança do filósofo, é essencial uma modificação nas penitenciárias, reforçando o acesso dos detentos de mais salas de leituras e melhores programas de aprendizado.

Mediante os fatos expostos, é imprescindivél, o Governo, por meio do Ministerio da Educação, realizar periodicamente palestras sobre os benefícios da leitura e a aprendizagem na vida do cidadão e apresentar uma realidade diferente da vida dos presidiários com o processo de ensino. Alem disso, deve-se realizar ampliação de salas de leituras e contratar educadores capacitados em alfabetização para esses indivíduos terem mais acesso a educação. Somente assim, as taxas de analfabetização de presidiários brasileiros poderá diminuir.