A importância da família no combate à homofobia
Enviada em 28/07/2025
Na obra “Utopia” de Thomas More, é exposto uma sociedade perfeita, na qual a comunidade combina-se pela ausência de conflitos e problemas. Contudo, o que se analisa no corpo social contemporâneo é o adverso do que o autor prega, dado que a homofobia ainda se faz presente e prejudica a vida de centenas de pessoas. Esse quadro antagónico é fruto tanto do contato familiar quanto da negligência governamental. Desse modo, vira-se essencial debater esses aspectos, a fim do pleno avanço da sociedade.
Em primeira análise, é necessário ressaltar que a homofobia provém da baixa ação dos setores governamentais, no que relaciona-se a criação de métodos que caibam tais repetições. De acordo com o pensador Thomas Hobbes: “o estado é responsável por assegurar o bem estar da sociedade”, porém, isso não ocorre no Brasil. Devido a baixa atuação das autoridades, a homofobia se amplia permitindo que falas intolerantes espalhem-se, resultando em exclusão, violência e desigualdade em vários setores da sociedade. Nesse sentido, é imprescindível a alteração dessa conduta estatal de forma imediata.
Ademais, é válido analisar a família como impulsionador do problema. Segundo a CNN, o Brasil é o país que mais mata transexuais no mundo, considerando isso, a ausência de diálogo e a reprodução de discursos segregativos dentro do meio familiar levam jovens LGBTQIA+ a encararem a rejeição, isolamento e, em diversos casos, a expulsão do lar. Como consequência, muitos acabam em situações de vulnerabilidade social, sem acesso adequado à educação, saúde e oportunidades de trabalho. Com isso, existe um empasse para a resolução do empecilho.
Torna-se evidente, portanto, que medidas são necessárias para minimizar o avanço do problema na sociedade brasileira. Desse modo, com o intuito de estimular o respeito e a inclusão, é necessário que o Ministério da Educação (MEC) elabore programas de conscientização voltados as famílias, impulsionando a educação para a diversidade e a igualdade de direitos. Isso pode serefetivado por meio da execução de campanhas educativas em escolas e nos canais midiáticos, tal como pela proposta de espaços de acolhimento para indíviduos e familiares.