A importância da família no desenvolvimento educacional das crianças
Enviada em 08/07/2020
A Companhia de Jesus, foi um movimento português em 1549, que objetivava catequisar e educar indígenas brasileiros. Do mesmo modo, creches e escolas atuam no desenvolvimento conteudista e moral dos alunos junto aos familiares. Todavia, a parceria entre as unidades de ensino e os responsáveis mostram-se deficientes, uma vez que isentam-se devido a alta rotina de trabalho ou tribulações sociais. Assim, importantes aspectos como o direcionamento altruísta e social, somado ao estímulo e cobrança educacional do aluno torna-se comprometidos.
A priori, segundo o filósofo prussiano, Immanuel Kant, “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Com isso, é possível relacionar tal citação com o conhecimento e valores passados pelos pais a seus dependentes. Dessa forma, a carência na presença deles afeta o comportamento do aluno, já que não são orientados como agir socialmente e educacionalmente, em um ambiente rigoroso. Conforme o site G1, 60% dos docentes apresentam alunos com problemas na conduta verbal e coletiva. A partir disso, é evidente que essa adversidade é fruto da falta de diálogo, limite e representatividade familiar. Outrossim, o incentivo e o ato de estabelecer regras e obrigações em indivíduos que nunca tiveram contato como meio escolar ou apresenta dificuldade em seguir comandos é de extrema importância. Consoante ao escritor irlandês, Oscar Wild, “o primeiro passo é o mais importante na evolução do homem”, associando-se diretamente as exigências e encorajamento, proposto pelos responsáveis no princípio da vida educacional. Contudo, familiares encontram-se despreparados para oferecer a devida instrução, ou mostra-se em vulnerabilidade social e criminalidade. Nesse sentido, a imposição de tais aspectos faz-se mais necessária.
Em suma, é inegável que a família é de extrema importância no progresso escolar. Assim, torna-se responsabilidade do Ministério da Educação, criado em 1930, junto aos pais, estabelecer melhor convivência e diálogo, através de atividades em conjunto e acompanhamento psicológico, objetivando maior orientação moral e social. Bem como, é dever do Estado, estrutura politicamente organizada, desenvolver uma rede de atendimento, em parceria com o Conselho Tutelar, que realiza a condução do indivíduo em situação precária, a fim de exercer função de aconselhar e estimular. Dessa maneira, de forma gradativa a parceria entre as unidades de ensino e responsável fortalecerá.