A importância da família no desenvolvimento educacional das crianças

Enviada em 15/12/2020

Com o advento da globalização em um mundo cada vez mais capitalista, as famílias tem priorizado seus afazeres e deixado de lado o acompanhamento de escolarização dos filhos. Entretando, de acordo com a lei 9.394/96  tal situação, fica a cargo da família e do Estado. Nessa perspectiva, percebe-se, que a ausênca desse pensamento tem configurado graves problemas na formação escolar desses jovens.

É relevante abordar, primeiramente, que o processo de socialização primária, ou seja, o afeto, respeito, imposição de obrigações e limites é uma tarefa familiar, mas devido sua falta esse cenário tem se modificado. Em vista disso, a responsabilidade tem ficado a cargo da instituição de ensino que não consegue lhe dar com tal situação, o que contribui para o baixo rendimento do aluno, desinteresse, evasão escolar e para a formação de cidadãos sem criticidade e socialmente problemáticos.

Paralelo a isso, é importante salientar os fatores que sustentam essa dimuição da atuação dos responsáveis. Consoante a isso, não há dúvidas de que as longas jornada de trabalho dos pais e a ampla dedicação a profissão tem favorecido esse aspecto. Como consequência disso, limita-se o tempo de convivência no ambiente domiciliar e dificulta a manutenção de diálogos, reduzindo as correções comportamentais e de disciplinas de ensino. Com isso, fica nítido que há um despreparo na relação dos pais com os filhos, em que estes se sentem desmotivados nas escolas.

Dessa maneira, é preciso preencher essa lacuna, para que ambas as instituições façam parte do desenvolvimento educacional desses jovens. Para isso, o Ministério da Educação deve investir em propagandas publicitárias na mídia com debates críticos, em que estimule os responsáveis a atuar na vida educacinal dos filhos, para assim tonar o ensino evolutivo e eficiente. Além disso, juntamente com pessoas especializadas no assunto,  precisa realizar seminários e reuniões nas escolas com aconselhamentos e orientações aos pais, além de tratar da flexibilização de horário cotidiano para que assim possam dedicar parte do seu tempo ao processo de aprendizagem dos menores.  Dessa forma, será cumprido o dever de cada parte,  constribuindo assim para ofuturo das próximas gerações.