A importância da família no desenvolvimento educacional das crianças
Enviada em 06/07/2021
De acordo com a célebre frase fomentada pelo ex-presidente da África, Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para o mundo”. Sendo assim, é indubitável saber que, muitas vezes, cabe à família um papel significante para a formação cidadã de um indivíduo frente à ética nacional. Contudo, a comunhão nem sempre persiste nos lares familiares, tornando-se necessária a formulação de diretrizes para ampliar a importância e interação parentesca na educação.
Há quem duvide do poder de transformação através da educação entre pais e filhos. No filme australiano, “A menina que roubava livros”, uma jovem é influenciada por seu responsável a buscar meios para a prática da leitura, desse modo, alfabetizando à garota e desenvolvendo uma mente aberta para novas visões. Entretanto, a ficção nem sempre torna-se real fora das telas, uma vez que segundo informações da globo, com a expansão do universo capitalista econômico e a elevada concorrência no mercado de trabalho, o profissionalismo converte-se em primeiro plano para os pais, deixando de lado a interação social com os filhos, diminuindo o vínculo afetivo e reduzindo o apoio educacional.
Dessa forma, junto aos fatos supracitados, é possível fomentar que os principais efeitos devido a ausência da comunhão e a interação efetiva familiar, podem desencadear, muitas vezes, mudanças drásticas concernentes ao caráter de uma criança ou um jovem. Nesse contexto, como exemplo, analisando o noticiário de 2011, um cenário hediondo de morte e desespero, “O Massacre de Realengo”, apresentou um atentado bárbaro realizado por um ex-estudando de uma escola, o qual assassinou 12 alunos. Isso porque o indivíduo não constituía um contato efetivo de cunho social com seus pais, dificultando o sentimento de segurança em revelar os tormentos físicos e verbais que sofria na instituição por outros estudantes, significando um possível motivo o qual desencadeou a ação brutal.
Torna-se evidente, portanto, a importância da presença atuante da família no desenvolvimento escolar dos jovens. Sendo assim, é essencial que as responsabilidades sejam compartilhadas entre o Governo, a mídia, escolas e as famílias. O Ministério da Educação deve propor propagandas publicitárias e debates críticos em rede nacional para trabalhar medidas e dicas eficientes na educação dos filhos e na imposição da ordem. É imperioso que as escolas, em parceria com equipes de psicólogos, professores e conselheiros tutelares realizem seminários e reuniões com aconselhamentos e orientações aos pais, além de tratar a mudança de comportamento e a suscitação da atuação permanente e flexível à disponibilidade de horários dos pais. A articulação dessa pluralidade é primordial para uma formação educacional eficiente e integrada.