A importância da família no desenvolvimento educacional das crianças

Enviada em 23/09/2021

Família presente na infância

A constituição federal de 1998, documento mais relevante da União, prevê em seu artigo 5 °, a inviolabilidade do direito à vida inerente a todo cidadão brasileiro, bem como prevê também a carta Magna em seus princípios a inviolabilidade à propriedade. Conquanto tal prerrogativa não tem se repercutido com ênfase na eficácia quando se observa o cenário global, dificultando, deste modo a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se impreterível a análise das condições que fomentam esse quadro.

Em uma primeira observação vemos que a família tem papel fundamental no desenvolvimento da criança, desevolvimento intelectual, e educativo. Papel que se leva para a vida adulta, e se reflete nas gerações futuras. Mas deve se ressaltar a falta de atenção para conter e eminência de maus tratos e violação dos direitos a essas crianças. Nesse sentido, cabe à sociedade, escola, educadores, observar a vida progressa dessa população. Essa conjuntura, segundo as idéas do filósofo Todorov, 1983, reitera a participação da participação efetiva tanto da escola quanto da família no processo educativo dos filhos, um processo concomitante, com objetivo em comum, o desenvolvimento de um ser humano ético.

Ademais, é fundamental apontar a resistência da sociedade em estreitar laços e participar desse crescimento pessoal, dessa evolução, progresso, mesmo tendo como texto base o artigo 227 da CF o qual declara ser “dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária “. Logo, é inadmissível que essa situação continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se ter empatia, pois é primordial para resolver o problema. Para isso, é imprescindível que o Estado interfira com ações efetivas, acompanhado de seus ministérios a fim de corroborar com a importância do zelo na estratégia de desenvolvimento das crianças, esse com qualidade de vida à que visa os fundamentos da constituição.