A importância da filantropia para as transformações sociais
Enviada em 12/03/2024
Segundo o escritor Hermes Fernandes, “quando houver justiça no mundo, não haverá mais necessidade de filantropia. Está é o remédio usado para tapar a ganância humana”. Há uma consequente distinção entre filantropia e caridade para a presidente da BrasilFundation, Rebecca Tavares, a elite brasileira precisa evoluir culturalmente em relação as doações a filantropia no Brasil ainda escassamente praticada e quando é terminada sendo confundida com caridade.
Conforme o pensador Gabriel da Paz, “pessoas boas estão salvando o mundo todos os dias”. Dessa forma, no país existe a cultura de doação. De acordo com uma pesquisa do Idis(Instituto para o desenvolvimento e Investimento Social), sete em cada 10 brasileiros costumam fazer doações, com um valor médio de 200 reais. Assim, a filantropia brasileira movimenta pouco dinheiro , em comparação aos EUA, segundo o Idis, aqui o setor representa apenas 0, 2% do PIB.
Para Rebecca Tavares, presidente da BrasilFundation, uma das principais fundações filantrópicas brasileiras. De acordo com ela, o problema está na maneira como os ricos enxergam o ato de doar dinheiro. “A elite brasileira não pensa a filantropia estrategicamente, trata como caridade”, afirma Rebecca. Essa visão precisa mudar. Logo, a filantropia brasileira está muito distante de ser igual a estadunidense que é vista como maneira de fomentar o desenvolvimento econômico.
Destarte, cabe as ONG’s(Organizações Não Governamentais) em junção com organizações filantrópicas fazer valer o esclarecimento e distinção frente a sociedade entre caridade e filantropia para isso lançar mão de publicidades e propagandas em meio televisivo para que a solidariedade filantrópica não seja confundida com caridade.