A importância da filantropia para as transformações sociais

Enviada em 20/06/2024

Filantropia é, de acordo com a UNICEF, amor a humanidade, ajudar sem dar em troca. Nesse contexto, é perceptível os possíveis benefícios que ações filantrópicas podem trazes para a sociedade, como por exemplo, o desenvolvimento e transformação social. Porém, a incompreensão sobre filantropia gera questionamentos e inseguranças. Nesse sentido, medidas devem ser tomadas para atenuar essa situação.

Em primeiro plano, o individualismo deve ser notado como um grande agravador do problema. O individualismo é uma concepção filosófica vista facilmente na sociedade atual, em que o indivíduo se coloca acima do coletivo. No entanto, esse campo de visão fechado gera problemas, pois afasta o sujeito do social e dos atos filantrópicos, restringindo a garantia dos direitos universais e asseguramento da dignidade humana para todos.

Além disso, a falta de representatividade atua negativamente como empecilho para a transformação social pela filantropia. Para Rupi Kaur, “A representatividade é vital”. A poetiza ilustra sua tese fazendo uma ilusão de uma borboleta que tenta ser mariposa por estar em volta delas. Assim, trazendo para a questão atual, podemos associar a borboleta a filantropia, pois não é notável representatividade no congresso nacional, redes socias e pauta nas escolas, gerando questionamentos e dúvidas sobres atos e efeitos, dificultando o desenvolvimento e relevância social pela filantropia.

É evidente, portanto, que tais entraves precisam ser solucionados. Para esse fim, é necessária uma ação em conjunto da família e escola juntas. O MEC, deve incluir como obrigatório na matéria de sociologia a pauta filantrópica e a família, no âmbito domiciliar, deve abordar o assunto com as crianças, com objetivo de formar uma sociedade desde a base ciente do que é filantropia e seus benefícios na transformação social. Desse modo, a longo prazo, as ações filantrópicas não encontrarão obstáculos a serem superados.