A importância da literacia familiar em debate no Brasil

Enviada em 13/12/2020

A literacia, consite em ler para seus filhos,  a princípio essa prática começará na Europa renascentista, apartir da invenção da imprensa, por Gurtemberg. Sabe-se, que essa ação melhora a qualidade da alfabetização da criança e permite o contato maior com a leitura e obras literárias. Entretanto, oque é realidade nos países Europeus é quimérico no Basril. Pode-se dizer, então, que essa utopia é fruto da falta de tempo dos pais somada a desigulade social presente na atualidade brasileira.

De inicio, vale ressaltar, à falta de tempo dos genitores para promover a leitura com os filhos. Ao longo da Revolução Industrial, virifaca-se hoje no Brasil, raizes hitóricas imposta pela sociedade buguesa, em que o “ser” foi superado pelo “ter”. Ademais, como consequência, o sujeito passa a trabalhar incassavelmente com altas cargas de trabalho para alcançar esse padrão já que essa foi, e é ainda, uma condição imposta ao sujeito para se sentir incluso na sociedade, o “ter”. Desta forma não sobrando tempo para o cuidado com os filhos, acompanhamento escolar e muito menos à leitura. Diante disso enquanto o trabalho, a busca pelo reconhecimento social for prioridade dos pais será impossivel promover a leteracia no âmbinato doméstico.

Otrossim, é imperativo ressaltar à desigulade social como promotor do problema, embora tenha pais desesperado por “status” existe aqueles que não tem oque comer. Não há como falar em contato com livros em uma sociedade marcada pela fome. A esse respeito, no século XVI, durante a colônia de exploração, a leitura era somente resevarda a classe aristocrata, sociedade composta pela nobresa, só eles tinham acesso a leitura e alfabetização de qualidade, essa condiçao só passou a ser pública no governo de Getúlio Vargas em 1934. Ocorre que no Brasil contemporânio, a população ainda é exposta a condiçôes de miserabilidade evidenciando à marginalização social iniciada no século XVI. Assim, a escassez de recursos e a extrema desigulade social tornam a leitura familiar distante da realidade.

Infer-se, portamto, que a falta de tempo dos pais somada a desigulade social são fatores que contribui para o problema. Sendo assim, o Ministério da Economia por intermédio do Ministério de Educação e  a família, deve intenssificar políticas já criadas de combate a fome, de forma mais específica e direta aqueles que necessitam, por meio de viabilização de edição de uma lei que faça uma reforma tributária de forma a deixa a distribuição de renda igualitária, como já feito nos Estados Unidos, além de montar parceria com instuições de iniciativa privada com campanhas educativas com objetivo de incentivar os pais a passarem mais tempo com seus filhos, estimulando-os a leitura, dando uma gratificação anualmente aos trabalhadores. Afim de quer a vida, a dignidade humana,  o sustento básico e à alfabetização, seja garantida conforme preconiza a Instituição Federal.