A importância da literacia familiar em debate no Brasil
Enviada em 15/12/2020
A litaracia familiar - ato de ler para os filhos- teve origem na Europa renascentista, a partir da invenção da imprensa, por Gutermberg. Segundo o Mistério da Edução (MEC), está ação melhora o processo da alfabetização da criança, além de promover um maior contato com obras literárias.Entretanto, o que é a realidade nos países europeus é quimérico no Brasil. Pode-se dizer, então, que a negligência por parte da família e a desigualdade social são os responsáveis por essa utopia.
De início, vale pontuar a postura negligente dos genitores na literacia familiar. Haja vista, que a exposição da criança à leitura de forma lúdica, promove uma alta capacidade cognitiva além de uma maior capacidade de alfabetização. De acordo com Paulo Freire, pedagogo brasileiro, afirmou que a leitura deve ser o ato de amor. No entanto, o que se observa é o posto do autor prega, visto que, às crianças passam mais tempo com aparelhos elerônicos do que em contato com livro, aponta pesquisa feita pela (UNICAMP) Universidade Estadual de Campinas em 2016. Nesse sentido, enquanto a negligência dos pais se mativer, será impossível promover a literacia nos lares brasileiros.
Outrossim, é imperativo ressaltar, à desiguldade social como promotor do problema. Ademais, não há como pensar em contato com livros em uma sociedade marcada pela fome. A esse respeito, a Constituição Federal afirma no seu artigo 6° que o Estado deve garantir à assistência ao desamparado. Ocorre que no Brasil, esse amparo não é homogêneo quando se observa os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatisca, cerca de 10,3 milhões de brasileiros vivem em condições de insegurança alimentar grave. Posto isto, entende-se, portanto, que enquanto houver a negligência do Poder público em gantir o sustento básico- direito social- na mesa do brasileiro; a disigualdade social irá persistir e por consequência, a literacia familiar se tornorá distante da realidade.
Depreende-se, portanto, a necessidade de resolver esses problemas. Para isso, o MEC em parceria com o Ministério de Planejamento junto às secretárias de Educação, família e Universidades devem criar projetos de leitura em âmbito nacional em escolas e periferias, por meio de distribuições de livros coloridos e lúdicos nas escolas e pelos correios. Para mais, promover campanhas educativas, estimulando os pais a ler para os filhos, explicando aos genitores a importância dessa ação que primeiro deve partir deles e em seguida do sistema educacional. Além disto, essa camapanha deverá ser transmitida por canais aberto de televisivos, rádios em melhores horários de audiência. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da não literacia familiar.