A importância da literacia familiar em debate no Brasil

Enviada em 01/01/2021

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada no campo literário mundial ao narrar a construção de uma ilha imaginária onde as mais diversas engrenagens nacionais trabalhavam em perfeita harmonia. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor mostra, uma vez que a literacia familiar apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Inegavelmente, esse processo advém de uma sistemática negligência do Estado. Assim, entre os fatores que contribuem para aprofundar esse cenário, pode-se destacar uma desigualdade social, juntamente com  o analfabetismo parental. Diante disso, convém analisar  as principais causas, consequências e possível medida relacionado a esse impasse social.

Em primeiro plano, é necessário pontuar que a desigualdade social  aliada à negligência do Estado, aprofunda  o retardo do desenvolvimento educacional da criança. Esse panorama ocorre porque a dificuldade no acesso aos livros é resultado da falta de capital e  da deficiência de infraestrutura nas escolas públicas. Como consequência dessa realidade, limitam a formação cultural, social e crítica desses indivíduos. Tal realidade se comunica perfeitamente com aquilo que explanou o pensador Thomas Hobbes, ao defender que o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil, uma vez que se percebe que os administradores do Estado brasileiro se negam sistematicamente a fomentar estruturas que contribuam com a diminuição da desigualdade social .Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Em segundo lugar, é imperativo ressaltar que o  analfabetismo parental, somado à negligência do Estado, alicerça retardo do desenvolvimento educacional da criança. Essa situação acontece em locais  de baixa renda em que  uma grande parcela populacional foi restringida do acesso à educação escolar. Consequentemente, .esses indivíduos, por não terem sido alfabetizados quando eram crianças, não conseguem auxiliar os filhos em sua formação educacional. Esse cenário assemelha-se ao que afirmou o filósofo Immanuel Kant “o homem é aquilo que a educação faz dele” , uma vez que a educação é fundamental para o processo de aprendizagem.

Diante do exposto, é necessário reconhecer que a negligência do Estado  são a origem do  retardo do desenvolvimento educacional da criança.Para solucionar essa questão, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Educação, crie um Programa Nacional de Apoio as Crianças, por meio de um projeto de lei a ser votado no Congresso que oferecerá   livros e também palestras para instruir  os responsáveis analfabetos  com a finalidade de ambos adiquirirem conhecimentos e tornar a leitura acessível a todos os cidadãos.      mffffffffffffffffodo, atenuar-se em médio e longo prazo, o impacto nocivo do (Problema), e a coletividade alcançará a Utopia de More