A importância da literacia familiar em debate no Brasil

Enviada em 06/01/2021

O filme americano “A Bela e a Fera” é caracterizado por satirizar a importância da literacia. Em diversas cenas, a protagonista demonstra afeto pelos livros por conta do seu exemplo paterno. Fora da ficção, a literacia familiar exposta no longa ainda está em debate no Brasil. Por conta disso, é necessário discutir acerca da falta de assistência governamental e da negligência fraterna.

Em primeira análise, o Poder Público é essencial para a manutenção da sociedade. Sob essa ótica, o jornal Estadão divulgou que o hábito de ler cresceu em crianças, mas 48% dos brasileiros ainda não leem. Tal quadro é preocupante, pois demonstra a necessidade de políticas públicas e ações afirmativas que chamem a atenção da sociedade para o âmbito literário e sua relevância. Dessa forma, é necessária intervenção formal.

Outrossim, a família é a primeira instituição na qual todos os indivíduos estão inseridos. Seguindo esse pensamento, John Locke, filósofo inglês, conceituou que a mente do ser humano em sua fase inicial é como uma tábula rasa que vai sendo preenchida ao decorrer do tempo. Ou seja, é incontestável que os parentes imponham a consciência literata nos juvenis desde cedo, em prol do desenvolvimento. Desse modo, várias ligas devem atuar.

Portanto, faz-se necessária reversão de tal imbróglio. Para tanto, o Ministério da Família, em parceria com a mídia, pode abordar o debate da temática, mediante criação de propagandas televisas e virtuais, que mostrem a importância da literacia familiar para o bem-estar brasileiro, a fim de dar assistência governamental. Ademais, o Ministério da Educação, junto as escolas, deve corroborar com a discussão, por meio de projetos e palestras com pedagogos, que anexe os genitores e as crianças com livros dinâmicos, com o fito de evitar a negligencia fraterna. Logo, casos como o da obra cinematográfica aumentarão.