A importância da literacia familiar em debate no Brasil
Enviada em 10/01/2021
Ao fim, em sua celebre canção, " O Tempo não Para", o poeta Cazuza faz de certo modo uma comparação entre o futuro e o passado. De fato, ele estava certo, pois a prática da literacia familiar é um obstáculo antigo. Desde a formação do Brasil, a educação é desvalorizada pela sociedade, subordinada a terceiro plano e procrastinado pelo governo que tanto promete melhorar. Desse modo, na contemporaneidade, as dificuldades ainda persistem, o que deve ser repensado, porquer é de extrema importância para o vocabulário das criança e para diminuir a desigualdade.
A princípio, é incontestável que às criançãs com linguagem desenvolvida possui facilidade na formação educacional. Dessa maneira, parafraseando o filósofo e sociólogo Paulo Freire, se a educação sozinha não transfoma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Nesse sentido, sua frase implica na importância da literacia familiar, sendo que o aprimoramento da leitura e da escrita do menor, desenvolve a noção de certo e errado e melhora o léxico. Assim quanto maior for o processo cognitivo da população, menor será os problemas sociais.
Em seguida, o letramento familiar é um processo democrático capaz de diminuir a desigualdade. Nesse aspecto, uma proposta de democratização foi a criação do programa “Conta pra Mim” lançado pelo MEC (Ministério da Educação), com intuito de acessibilizar informações sobre o assunto. Ademais, os benéficios para a criaça são muitos, entre eles o engajamento com os pais e a afinidade pelo conhecimento científico o qual estimula para uma formação profissional. Portanto, é imprescindível o contato das pessoas com a temática.
Diante dos fatos supracitado, entendem-se as importância da literacia familiar. Dessa forma, é preciso que a MEC em parceria com mídia, ampliem o acesso ao tema. Por meio de propagandas, ilustrando as vantagens proporcionada para o público infantil, com o objetivo de torna-se um hábito dos brasileiros com os filhos. Assim, será possível desvincular o passado do presente, abordado por Cazuza.