A importância da literacia familiar em debate no Brasil
Enviada em 17/01/2021
No filme “Extraordinário” o protagonista, Auggie, é um menino que devido à sua doença genética, é guiado por sua mãe quanto a sua apredizagem. Diante desse cenário, fora da película percebe-se que , no Brasil, essa participação familiar em relação ao ensino de seu dependente não é constante. Nesse sentido, vê-se a consolidação de um grave problema em virtude da falta de conhecimento e da negligência familiar.
A priori, a falta de conhecimento é uma das barreiras a serem quebradas. De acordo com Shopenhauer, os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito de mundo. Isso justifica outra causa do problema: se os seres humanos não têm acesso à informação séria sobre a importâcia da literacia familiar, sua visão será limitada, o que dificulta a erradicação do problema.
Outrossim, a negligência familiar é um empecilho a ser enfrentado. Nessa perspectiva, segundo o filósofo, Jonh Locke ,o ser humano é como uma tábula rasa que de acordo com sua vivência ele vai adquirindo conhecimento. Desse modo, cabe aos responsáveis, os quais passam o maior tempo ao lado das crianças e dos adolescentes, se envolver na educação de seus filhos dando apoio e ensinando eles de forma descontraída.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para serem solucionados. Sendo assim, urge que o MEC (Ministério da Educação) , promova a melhoria dessa realidade, atraves de programas gratuitos que estimulem o envolvimento entre pais e filhos, abordando um conjuntos práticas não só educacionais mais afetivas, com o fito de trazer hábitos para aumentar a interação verbal e a leitura, com isso as crianças e a mocidade abrirá seus horizontes e irão desbravar o mundo com sabedoria. Dessastre a estagnação social, o pensamento de Jonh Locke será mitigado no Brasil.