A importância da literacia familiar em debate no Brasil
Enviada em 13/02/2021
A Declaração Universal dos Direito Humanos, promulgada em 1948, pela ONU, garante a todos o direito à educação de qualidade e dignidade. Em vista da importância desse artigo, o Brasil assumiu esse compromisso. Contudo, problemas relacionados à desigualdade de classes expõe um governo signatário, incapaz de proporcionar a literacia familiar.
Á princípio, vale ressaltar a importância do conhecimento e incentivo à criatividade, diretamente proporcional ao sucesso. Análogo ao economista britânico, Arthur Lewis, “educação nunca foi despesa, é investimento com retorno garantido”. Dessa maneira, evidencia-se que há um grande desperdício deste potencial na nação brasileira que precisa ser recuperado.
Ademais, convém apontar a desigualdade social como causa da falta da leitura crítica em família. Segundo pesquisas divulgadas pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, em 2021, o Estado previa um corte de verbas nos institutos federais, de cerca de 1,5 bilhões de reais. Logo, para atingir o letramento em família do corpo social é preciso investir na educação pública em escolas e nos lares.
Desse modo, a persistência da exclusão social piora o ensino, uma vez que quanto menor a posse de materiais como a internet, é mais difícil adquirir informação. De acordo com o ideal do chanceler alemão Bismark “a política é a arte do possível”, porém, diante do tema, este órgão falha na arte de orientar seus cidadãos. Nessa perspectiva, é urgente ações para desviar dos inúmeros réves ligados ao alfabetismo em domícilio.
Por fim, é preciso que o governo incentive a leitura coletiva, por intermédio de projetos, de modo a distribuir livros e criar metas pela educação. Outrossim, a mídia e as escolas, difusoras de opinião e dados, devem influênciar a leitura em conjunto e instigar a luta por liberação de verbas à educação, por intermédio de debates e palestras interativas. Assim, o Brasil terá progresso e boas relações familiares .