A importância da literacia familiar em debate no Brasil

Enviada em 27/02/2021

Sociabilidade. Criatividade. Imaginação. São os benefícios desenvolvidos pelas crianças com a prática regular da leitura. No entanto, no Brasil, a execução da literacia familiar não é exercida de forma plena, prejudicando esses no desenvolvimento. Nesse sentido, cabe avaliar os impasses da literacia, tais como a desigualdade social e a má influência digital.

Em primeiro plano, convém ressaltar que a discrepância social no Brasil chega a 51,5%, segundo o Instituto de Pesquisa Aplicada. Isto é, não é proporcionado às famílias brasileiras uma condição favorável para que esses possam contribuir e priorizar o lado literário da criança, tendo que se preocupar integralmente com as despesas diárias para a sobrevivência. Desse modo, o Estado além de corroborar para a disparidade das classes, contribui para os malefícios no desenvolvimento literário desses indivíduos.

Ademais, vale ressaltar que as mídias digitais são prejudiciais se usado demasiadamente. Visto que, as crianças passam cerca de 6 horas por dia conectados à internet, segundo a revista Exame. De tal modo que esses meios induz as pessoas a usufruir grande parte do seu tempo conectado nas redes, por meio de influências digitais que os tornam alienados de outras atividades. Dessa maneira, é evidente que a disponibilidade para a leitura familiar se torna mínima.

Logo, é possível afirmar que se deve aplicar medidas para que haja a prática da literacia frequentemente. Portanto, o Ministério da Educação deve aplicar incentivos à prática da leitura nas escolas de ensino primário cotidianamente, por meio da implatação de horas de leitura, além da distribuição de livros didáticos às casas, para que haja a leitura em conjunto com os parentes de tal modo que as influências digitais não se sobreponha as leituras. Nesse viés, espera-se que o ato da literacia sejam comum nas famílias brasileiras