A importância da literacia familiar em debate no Brasil

Enviada em 08/04/2021

Promulgada pela ONU em 1948,a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem-estar social. Contudo, no cenário atual do Brasil, percebe-se que a importância do debate na literacia familiar é um desafio para que isso seja realizado na prática. Por esse motivo, deve ser alcançado com excelência o desenvolvimento da criatividade e a estimulação das habilidades sociais do público infantil.

Em primeiro lugar, é evidente que o poder público falha nas aplicações da Constituição Federal de 1988, o que ignora o hábito da leitura para o cidadão comum , e esse problema se estende às crianças mais pobres no Brasil. Nesse prisma, de acordo com a obra de “Alice no País das Maravilhas” criada por Charles Lutwidge Dodgson, faz-se uma forma inovadora de contar histórias especialmente para crianças que não têm o acesso adequado à literacia familiar, na qual tal história é projetada ao um mundo novo, repleto de animais e objetos antropomórficos, que falam e se comportam como seres humanos. Decerto, isso se comprova no recente desenvolvimento da criatividade do público infantil que usam a imaginação como ferramenta para o entendimento das coisas que acontecem ao seu redor.

Ademais, vale ressaltar que a situação é impulsionada pela ignorância perpetuada por parte da sociedade, que , muitas vezes, não entende os malefícios da falta de literacia familiar. Segundo Sigmund Freud, sofremos de reminiscências que se curam lembrando. Tal fato pode ser observado para dar novo sentido ao já vivido para pensar, simbolizar e reconstruir a história de cada sujeito, é preciso repetir e colocar no presente aquilo que não pode ter um lugar psíquico no seu próprio tempo. Diante disso, é concordante com o estudo da psicologia, uma ciência que estuda a subjetividade humana e que ajuda estimular as habilidades sociais de qualquer grupo social.

Portanto, conclui-se que diante do desenvolvimento da criatividade e estimulação das habilidades sociais do público infantil, medidas devem ser tomadas. Sendo assim, secretarias municipais e estaduais de educação do Brasil devem disseminar o programa já existente “Conta Pra Mim"em todas as escolas de educação básica do Brasil por meio de eventos mensais ou quinzenais com a participação das famílias, como fornecendo obras literárias às famílias e treinando estas quanto à prática de contação de histórias para que isso torna-se hábito à atividade da contação de histórias entre as famílias. Além disso, palestras devem ser realizadas para a população sobre a importância da literacia familiar, para que, gradativamente, esse desafio torna-se alcançado com excelência uma rotina saudável ao público infantil.