A importância da literacia familiar em debate no Brasil
Enviada em 17/09/2021
Na obra ‘‘Utopia’’, do escritor inglês, Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e vicissitudes. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a literacia familiar no Brasil apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto do descaso estatal, quanto da má influência midiática. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da nação.
Precipuamente, é fulcral pontuar que a literacia familiar no Brasil deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, o descaso estatal tem como consequência que o Estado não incentiva as pessoas e crianças a lerem. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar a má influência midiática como promotor do problema. A mídia não incentiva as pessoas a lerem. Partindo desse pressuposto a mídia ajuda as pessoas a se distraírem. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a má influência midiática contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a literacia familiar no Brasil, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Estado, será revertido em campanhas literárias, através da mídia. Desse modo, a coletividade alcançará a Utopia de More.