A importância da literacia familiar em debate no Brasil
Enviada em 06/10/2021
Sob a perspectiva de Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Contudo, a educação parental, na contemporaneidade, é por vezes, escassa, o que confere uma série de entraves na vida dos filhos. Nesse sentido, a falta de acesso pelo alto custo de aquisição dos livros e o comprometimento da difusão cultural do conhecimento que configura uma elite letrada. Portanto, são necessários subterfúgios para transpor essa problemática atual.
É primordial ressaltar, que o alto custo de aquisição dos livros é uma barreira para o acesso do letramento. Segundo o senado, o governo tem a intenção através da reforma tributária, proposta pela PL 2148/2020 de realizar uma cobrança de 12% sob o valor dos livros, dificultando ainda mais o acesso da população com menos poder monetário.
Além disso, há um comprometimento da difusão cultural do conhecimento. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a discrepância de pessoas não letradas, comparando a região sul e sudeste contra norte e nordeste chega a ser a ser 4,2 vezes. E a razão maior é justamente o menor poder aquisitivo. Sendo assim, a taxação de 12% sob o valor dos livros, apenas corrobora com a discrepância de pessoas não letradas comparando as regiões do sul e nordeste.
Infere-se, portanto, que a dificuldade de acesso aos livros e a difusão do conhecimento é comprometida por altas cargas tributárias. O Ministério da Educação, juntamente à sociedade brasileira, deve propor aos órgãos públicos (câmera dos deputados e câmara dos senadores), por meio de audiência pública nas comunidades, com o objetivo de propor menores taxas nas cascatas de impostos que dificultam a aquisição dos livros, de modo que facilite o acesso a todos as ‘‘armas de conhecimento’’. Desse modo, a educação transformará a sociedade contemporânea.