A importância da literacia familiar em debate no Brasil
Enviada em 26/10/2023
O sociólogo Durkheim postulou o termo anomia social para se referir ao estado de caos na sociedade, o qual se aplica à questão da importância da literácia familiar no Brasil. Nesse sentido, cabe salientar que o número de pessoas enquadradas como analfabetos funcionais é expressivo. Ademais, é essencial ressaltar o quão vantajoso é a leitura na formação cidadã, em que esta, ultrapassa a vida acadêmica. Desse modo, é de suma relevância que haja medidas para fomentar essa situação.
Nesse contexto, segundo o IBGE, o país tem cerca de 38 milhões de analfabetos funcionais, que são pessoas que sabem ler, mas não tem o domínio da mensagem que é transmitida. Tal estatística exibe a defasagem no aprendizado, pois, esta condição tem como uma de suas características a pouca capacidade de interpretação. Por consequência, influencia na vida social do indivíduo, já que, para funções básicas, como uma conversação, a comunicação sem ruídos é primordial, desde uma discussão saudável acerca de um tema ou em uma entrevista de emprego. Dessa forma, é notável a primordialidade da literacia, a qual deve ser incentivada desde a infância.
Ainda nesse viés, é possível citar a frase do escritor Monteiro Lobato: “um país se constroe com homens e livros”. Assim, infere-se que para alcançar um Estado de moradia aprazível, é preciso que haja o estímulo à leitura. Sendo necessária a introdução desde criança, em momentos como contar histórias antes de dormir e transformar a leitura em algo lúdico durante o cotidiano. Dessa maneira, além de aumentar aproximação parental, e fomentar a fala e pensando crítico, não transforma o ato de ler em algo penoso. Toma-se como exemplo a Luísa, de 4 anos, mais conhecida como Lulu, filha de jornalistas, esta, ficou famosa por seus vídeos, em que exibe a fala plena e criteriosa sob questões sociais e preço de produtos. Assim, explana a transformação positiva da literácia familiar.