A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros
Enviada em 16/07/2021
O Artigo 196 garante a saúde como direito de todos e dever do Estado em oferece-lá. No entanto, a desumanização da medicina vai de encontro com a juridição. Tal fato ocorre, infelizmente, porque ela não considera a individualidade e pluralidade dos pacientes tratando esses apenas como uma doença. Com isso, graves consequências são criadas para todo o corpo social.
Em primeira análise, vale destacar que a medicina no Brasil, em alguns casos, não é humanizada. Isso é, os pacientes - os quais ,muitas vezes, se encontram em uma situação de vulnerabilidade- ao chegar em hospitais ou clínicas são ‘‘vistos’’ apenas pela sua doença ,ou seja, esquece-se de que são humanos com medos e problemas. Sob esse prisma, para o sociólogo Emille Durkhein fato social pode ser entendido como uma maneira de agir e pensar de um determinado grupo. Nesse perspectiva, lamentavelmente, não olhar para o paciente mal esculta-lo são caraterísticas da desumanização da medicina, que é um fato social do país e que vai de encontro com o artigo 196, já que ele tende de afastar o enfermo. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde - MS- atenuar esse dilema. Outrossim, a medicina não humanizada pode causar sérios problemas para toda a sociedade brasileira. Por exemplo, o cidadão ao entrar em um consultório e não perceber - por parte do médico ou médica-, que está o atendendo, uma vontade de ajudar, de escutar pode acabar não conversando todos os sintomas e prejudicando, assim o diagnóstico. A partir disso, os profissionais pedem mais exames e com isso, o paciente tende a gastar mais dinheiro e tempo nas avaliações o que é um problema num país desigual como o Brasil. Nesse contexto, de acordo com o índice de Gini , a república é uma das desiguais do globo, o que pode dificultar a realização dos procedimentos. Dessa maneira, cabe ao Estado amenizar o problema.
Destrate, é fundamental o combate a desumanização da medicina. Para isso, o MS- uma vez que a sua função é administrar a saúde- deve atuar na criação de iniciativas que visem humanizar esse processo. Ele atuaria por meio de uma parceria com o Ministério da Educação - criando programas para os doutres em formação- os já formados farão cursos on-line e avulsos. Com a finalidade de fortalecer o vínculo médico e paciente facilitando assim, os disgnósticos e atender o artigo 196.