A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros
Enviada em 20/07/2021
Promulgada pela Organização das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos os direitos fundamentais à saúde e à educação. Conquanto, a carência de atendimentos médicos humanizados desenvolve inúmeras adversidades no Brasil, as quais ocorrem não só pelo precário estudo de antropologia nas faculdades, mas também em razão da desconsideração do psicológico do paciente em hospitais. Assim, é necessário entender alguns aspectos que envolvem essa temática de modo a configurar uma resolução para essas problemáticas.
Primeiramente, é imprescindível mencionar que a educação é um dos principais fatores no desenvolvimento de um país. De acordo com o britânico Sir Arthur Lewis, o investimento na educação possui retorno garantido, assim, entende-se que a falta de matérias em universidades das áreas de saúde relacionadas à recepção de pessoas em postos de atendimento se torna um dos responsáveis pela precariedade da humanização em tratamentos médicos, pois essa questão influencia em abordagens inadequadas a essa parcela da população que já está fragilizada ao recorrer à assistência profissional e, como resultado, caracteriza um dano ao bem-estar desses cidadãos por intensificar esse empecilho. Dessa forma, é preciso buscar meios de melhorar a forma como esses cidadãos são recepcionados com o intuito de mitigar esse óbice.
Ademais, é de suma importância salientar a precária consideração pela saúde mental dos pacientes como um dos impulsionadores desse impasse. Segundo a Organização Mundial da Saúde, saúde é um estado de bem-estar físico, mental e social, a partir disso, evidencia-se que é fundamental tratar a mentalidade de um indivíduo em conjunto com o problema que o levou ao hospital, sendo assim, esse ponto pode aumentar a probabilidade da pessoa aceitar se submeter às indicações médicas, ainda, a negligência desse tópico pode cooperar para o “nascedouro” de obstáculos, como a resistência aos tratamentos, o que causa malefícios a essa coletividade. Logo, é indispensável ter essa situação resolvida por meio da solução dessa dificuldade.
A partir das considerações feitas, fica evidente que a falta de humanização em atendimentos médicos é uma realidade em território nacional, por isso é essencial superar as objeções que esse tema propõe. Portanto, o Ministério da Educação, como órgão responsável pela administração e promoção de educação no país, deve criar um projeto que visa integrar matérias a respeito de abordagens adequadas aos pacientes em instituições educacionais. Essa ação pode ser feita mediante às aulas de psicologia e antropologia com a finalidade de transformar os acadêmicos em excelentes profissionais. Assim, será possível assegurar uma melhoria desse aspecto no Brasil.