A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros

Enviada em 24/09/2021

A Constituição Federal de 1988 assegura o acesso a saúde, sobretudo humanizada, como um direito primordial de todo cidadão. Destarte, nacionalmente, a humanização da medicina possui extrema importância no que diz respeito promoção tratamentos e atendimentos mais eficazes. Contudo, verifica-se entraves em relação a ‘liquidez” das relações sociais, o qual acarreta tratamento médicos pouco empáticos.

Acerca disso, cabe analisar a relevância desse comportamento, já que tende a proporcionar remediações e assistências mais efetivas. Segundo uma pesquisa da Doctorlaria – plataforma mundial de consultas online – mais de 63% optam por serviços humanizados. Isso se justifica pois, geralmente, os indivíduos ou unidades de saúde que adotam preferencialmente esse método de maior eficácia, não só fornecem programas de prevenção o qual visam construir uma relação mais solida e atenciosas com o paciente, como também, majoritariamente, abandonam o ambiente hostil dos hospitais, caracterizados por corredores longos de cores neutros, por ambientes lúdicos e vibrantes.

Por outro lado, é valido destacar a fragilização dos laços em sociedade e a consequente falta da empatia nas práticas medicas. Consoante a Zygmunt Bauman, filosofo polonês, a sociedade contemporânea é marcada pela “liquidez” nas relações sociais que buscam somente o bem estar individual. Nesse sentido, depreende-se que em uma sociedade marcada, majoritariamente, pelo individualismo exacerbado, a adoção da medicina humanizada é um ideal ainda não efetivado, haja vista que corpos sociais com esses caracteres costumam possuir atitudes de apatia para com o semelhante. Exemplo disso são os frequentes caso de descaso médico e descuidados com os pacientes em unidades de saúde.

Portanto, a fim de atenuar a enfraquecimento dos vínculos sociais, cabe Ministério da Educação, por meio de palestras realizados por agentes da saúde, como médicos e enfermeiros, promover o debate em relação ao exercício de práticas medicas humanizadas, possibilitando maior discernimento sobre o tema e a “solidificação” dos laços mediante ação da instrução educacional. Dessarte, os elementos elencados na Magna Carta serão efetivados.