A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros

Enviada em 30/12/2021

Graças à Reforma Sanitária brasileira, de 1970, a saúde pública pôde ser enfasada. Desde então, são estabelecidos diversos programas governamentais, como o NASF, para melhor prática de saúde. Não obstante, a atividade médica verteu-se em parte do capitalismo comercial, que contribui, neste modo, para que pacientes ao se notarem como clientes usufram de consultas somente quando estritamente necessário, não completando tratamento com veemência.

Inicialmente, a Lei Orgânica da Saúde, nº 8080/90, prevê a disposição de serviços de sáude desde promoção, proteção e recuperação do bem-estar. Difere-se desse mandamento a rotina de Unidades de Atenção Básica. Nessas, os profissionais obrigam-se a cumprir alta demanda de encontros, sem que haja a compensação do período indicado para melhor adequação da situação do paciente e sua condição. Diante disso, em proporção direta ao grande número de atendimentos, menos se destaca a atuação do especialista.

Condizente ao tratado anterior, a própria sociedade considera os encontros insuficientes para sanar obstáculos que estavam subcompreendidos. Os Princípios Doutrinários do SUS, dados como: Universalidade, Integralidade e Equidade são ditos como supérfluos. De forma que, o paciente não procura atendimento e quando o faz não é recompensado. Ambas as partes tornam-se negativas, no momento em que o indíviduo não se sente confortável ao retornar, a Unidade perde um paciente.

Contemplando a problemática, é insuspeitado a atuação do Governo Federal, em união ao Ministério da Saúde, na proporcionalização de horas destinadas à conversa sobre saúde, no próprio domicílio do cidadão, compreendendo a atuação dos Agentes de Saúde, e a extensão do atendimento, em acordo com ESF´s locais, para solucionar a condição do necessitado e manter relações afeiçoadas com o profissional.