A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros
Enviada em 29/05/2022
Conforme a obra “O cidadão de papel” de Gilberto Dimenstein, o autor aborda fatos sobre a cidadania brasileira e analisa até que ponto os direitos dos cidadãos são garantidos, assim, criticando que as normas reguladoras ficam apenas no papel, de maneira análoga a isso, a importância da medicina humanizada no Brasil. Nessa perspectiva, destacam - se dois aspectos importantes: déficit de verbas destinada ao sistema de saúde e a sobrecarga de trabalho.
Nesse contexto, evidencia - se a insuficiência de verbas destinada a saúde no Brasil. Sob essa ótica, conforme os dados fornecidos no censo da OMS, o Brasil tem cerca de 2 médicos para cada mil cidadãos ,porem, se concentram em regiões com elevado índicie de desenvolvimento, assim, gerando a desigualdade regional. Desse jeito, mesmo que haja uma norma suprema no pais, por exemplo, a constituição federal de 1988, em seu artigo 6º que garante direitos, tais como, a educação, saúde, lazer e segurança, infelizmente, estas normas regulamentadoras não são executadas plenamente no Brasil, consequentemente, gerando uma lacuna nos direitos básico de uma sociedade.
Ademais, é notório o déficit de comunicação interpessoal entre os profissional. Desse modo, um dos maiores escritor e médico brasileiro, Lair Ribeiro, afirma que aquele que não tem tempo para a saúde vai ter que arrumar tempo para cuidar das doenças, sendo assim, é evidente que o obstáculo na saúde humanizida pode ser contida, através de ações estatais com objetivo de aumentar o sistema de saúde publica funcional no Brasil, em consequência, a comunicação entre os profissionais, apenas assim, será possivel desenvolver um sistema de humanização para todos.
Torna - se evidente, portanto, a adoção de medidas que venham elevar a importância da medicina humanizada no Brasil. Dessa maneira, cabe ao governo federal, em conjunto com o ministério da educação, ministério da saúde e o ministério do comércio, fazer um plano de metas com objetivo de amplificar a distribuição de verbas, por meio de acordos intermunicipais, a fim de aumentar os recursos básicos do sistema da saúde e o sistema pedagógico. Somente assim, vamos ampliar os avanços da medicina humanizada e conquistar o pleno seguimento das leis escritas no papel, assim, como, Gilberto Dimenstein, critica em “Cidadão de Papel”.