A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros
Enviada em 29/05/2022
“Aqueles que não conseguem se lembrar do passado estão condenados a repeti-lo”. Essa frase, de George Santayna , representa de modo atemporal a questão da falta de medicina humanizada no Brasil, tendo em vista que esse problema está enraizado historicamente na sociedade brasileira. Nesse sentido, há no século XXI a persistência dessas condutas a partir da falta de políticas públicas. Desse modo, são necessários caminhos para o combate dessas ações.
A princípio, cabe destacar uma matéria chamada “Por que todo mundo quer fazer medicina”, publicada no blog sobrevivendo a cada dia, onde nos esclarece que a profissão de medicina proporciona um alto subsídio no setor público, aliada ao status perante toda a comunidade, o que faz do curso o mais concorrido do país e que infelizmente é a motivação da maioria dos candidatos. Isso ocorre, já que a falta de conhecimento humanitário faz parte da realidade da maioria dos brasileiros, na escola não aprendemos sobre a importância da empatia e muito menos sobre sua prioridade na hora de escolhermos uma profissão. Sendo assim, temos a necessidade de, mediante políticas públicas, mudar essa conjuntura.
Ademais, é necessário frisar que a negligência popular é outra causa da problemática. Nesse aspecto, o ativista Martin Luther King afirma que: “Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele.” Nessa lógica, quando os indivíduos são indiferentes em relação a aceitarem qualquer tratamento em setores de saúde e se acostumarem com tal feito, tem-se a cooperação com a ilegalidade. Desse modo, cabe intervir não só nos poderes governamentais, mas também na sociedade em geral.
Diante dos argumentos supracitados, são necessárias medidas para amenizar essa problemática. O Ministério da educação deve incluir na grade curricular assuntos sobre humanização e testes vocacionais . Além disso, deve promover, por meio de verbas da União, palestras e cursos sobre a importância de um setor humanitário em universidades federais . Sendo assim, o imbróglio relacionado à falta de humanização será intermediado o século XXI.