A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros
Enviada em 02/06/2022
Durante o século XX, ocorreu no mundo a Segunda Guerra Mundial que impulsionou o exercício de vários médicos e enfermeiros a se voluntariarem nos campos de guerra, salvando centenas de pessoas. Sob essa ótica, é visto que a medicina humanizada para a saúde dos brasileiros é algo escasso devido à falta de empatia por parte dos agentes de saúde e a inexistência de auxílios na educação humanizada nos sistemas de ensino. Logo, o combate a essa problemática é um desafio.
Em primeiro plano, o impacto do não exercício da medicina socializada é um fator frequente na sociedade brasileira, já que a nação é familiarizada desde cedo a não formar vínculos afetivos, esse pensamento é propagado de geração em geração fazendo com que mais médicos pratiquem a sua função de modo insensível e infeliz. Nessa lógica, conforme os ideiais platônicos, a razão é um fator essencial para combater os entraves da nação. Seguindo essa ideologia, ao analisar a permanência da medicina desumanizada na sociedade brasileira, vê-se que esse pensamento não é desempenhado, em razão da ignorância do corpo social.
Ademais, é preciso apontar que a falta de auxílios para o melhoramento das práticas humanizadas como outro fator que fomenta a persistência do obstáculo. Para entender tal apontamento, nas universidades brasileiras não há nenhuma matéria que promova o aprendizado sobre práticas empáticas nos cursos de saúde, fazendo com que, assim, os pacientes sejam tratados de forma respeitosa e com uma maior comunicação. Sob essa ótica, de acordo com o filósofo Thomas Hobbes “O homem é o lobo do homem”, essa frase se liga com a problemática medicina humanizada para a saúde dos brasileiros, gerando, assim, ações insatisfatórias e maléficas que comprometem toda a população.
Percebe-se,portanto, que é preciso ampliar a medicina solidária, facilitando episódios como o da Segunda Guerra Mundial. Por conseguinte, é necessário que o Ministério da Educação, órgão que mais pode ajudar, implemente a saúde beneficente nas universidades, por meio de matérias e palestras com profissionais humanizados, para que, assim, seja normalizado o conhecimento empático nas unidades de sáude, evitando obstáculos.