A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros
Enviada em 01/06/2022
Embora a Constituição Federal de 1988 assegure o acesso à assistência aos desamparados como o direito de todos os cidadãos, percebe-se que a realidade brasileira vigente difere do que a Carta Magna prevê, visto que os cuidados com a medicina humanizada para a saúde da sociedade não tem sido efetivamente tomados, dado que não há cumprimento dessa garantia. Dessa forma, fatores como a negligência governamental e a sobrecarga dos profissionais da saúde propagam esse óbice pelo âmbito nacional.
Primeiramente, é relevante abordar a ausência de medidas governamentais em não tratar o tema como questão de prioridade. Sob essa ótica, o alto custo da faculdade de medicina e a ampla concorrência nas universidades públicas dificultam o processo da medicina humanizada, pois somente a populacão privilegiada consegue pagar e muitas vezes não exercem o cargo por amor, todavia oferece uma vida estável economicamente. Consoante a isso, o filósofo Jonh Lock, afirma que há uma violação no “Contrato Social”, já que o Estado não cumpre o papel de garantir que todos os cidadãos gozem de seus direitos imprenscindíveis, como o direito à assistência aos necessitados. Evidência-se, portanto, que é inadmissível a ineficácia estatal diante da problemática.
Além disso, é notório a sobrecarga de trabalho nas equipes de saúde. Contudo, de acordo com o jornal, Folha de São Paulo, uma médica de Nova York se suicidou atendendo os casos da Covid-19. Desse modo, é visível que seja resultado dos plantões extensos, poucas horas de sono, baixa exposição à luz solar e árdua cobrança que contribuíram para o adoecimento psíquico da profissional de saúde. Logo, é indispensável a urgência em oferecer apoio psicológico aos médicos pois eles são de extrema importância no bem-estar da sociedade brasileira.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Sendo assim, o Poder Público em conjunto com o Ministério da Saúde, deve investir em métodos que forneçam mais oportunidades na área da saúde para a classe baixa, investindo em uma estrutura necessária nas universidades públicas para motivar os estudantes. Ademais, a Mídia, incumbida por moldar a opnião do público, por meios virtuais, como o Twitter, deveria proporcionar debates acerca de aperfeiçoar a condição de trabalho dos médicos, podendo ajudar no tratamento dos pacientes, com o intuito de realizar a proposta feita pela Magna Carta e garantir o apoio físico e emocional aos desamparados.