A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros

Enviada em 02/06/2022

O livro “A morte é um dia que vale a pena ser vivido”, da médica Ana Quintana, apresenta em sua obra os aspectos do cuidados paleátivos e afeto, à pacientes terminais, onde este público finda sua vida com tranquilidade. Conquanto, é exposto por ela que essa prática não é disseminada, nem aplicada em diversos hospitais do país. Nesta perspectiva, é possivel visualizar que a obra literária está diretamente ligada a importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros. Neste cenário, é impreteriosa a ánalise de fatores que desfavorecem esta conduta médica no país, sendo elas a carência de desenvolvmento sobre o tema nas universidades e a precáriedade do sistema público de saúde do Brasil.

Nesse contexto, deve-se ressaltar à ausência de disciplinas nas universidades que incentivem á prática do ofício com paciência, compaixão e olhar integral ao paciente, visto que, o público que será atendido já chega aos postos de atendimentos, com problemas físicos e psicológicos. Por conseguinte, a falta de empatia do profissional é um impulsionador da patologia do enfermo.

Ademais, é fundamental apontar a precáriedade dos hospitais, tanto em infraestrutura, como falta de valorização do médico e inexistência de itens básicos para desenvolver sua função, que configura ao profissional a falta de vontade em praticar de maneira completa seu trabalho, gera estresse e sobrecarga a sua saúde mental. Diante de tal exposto, o médico atende vários pacientes no dia, mas não consegue olhar com compaixão, devido as más condições de trabalho.

Deepreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Por isso, é imprescindível que nos centros de ensino, haja o desenvolvimento destas áreas, através das disciplinas e palestras, para além do saber prático de como medicar, exista o de tratar com atenção e zelo o paciente, a fim de prestar um atendimento humanizado e a população evite de sair pior do que chegou, ao centro médico. Paralelamente, é imperativo que o governo, através do investimento em boa infraestrutura, manutenção em dia dos utensílios necessários e contratação devida de profissionais, diminua a sobrecarga dos médicos, que por conseguinte, tratarão melhor e atenderão com olhar humanitário e mais eficiente a população.